São Paulo - Começa hoje a 10 edição da Superliga, a mais importante competição interclubes do vôlei brasileiro, tanto no feminino, quanto no masculino. Em ambos os campeonatos, dez equipes irão disputar o título. O regulamento da competição prevê que na fase classificatória os times jogarão entre si em sistema de turno e returno, com os oito melhores passando às quartas-de-final.
''Esta Superliga será muito disputada. Não há favoritos. As disputas prometem ser equilibradas e alguns times podem surpreender. E, para esta temporada, entusiasmo é que não falta já que estou vivendo um bom momento'', disse o atacante Giovane, do Telemig Celular/Minas (MG), time que tenta o quarto título em cinco anos.
Campeã do ano passado pelo BCN/Osasco, a levantadora Fernanda Venturini, do novo time Finasa/Osasco, disse que a equipe está muito visada pelas adversárias. ''Favoritas nós somos, já que vencemos no ano passado com o BCN. Temos uma equipe forte, que conta com jogadoras muito qualificadas e com outras atletas muito boas no banco, que conquistaram o título paulista há pouco tempo.''
No masculino, a primeira rodada terá: Intelbrás/São José x Unisul e Ulbra/São Paul x Bento Gonçalves/Union Pack. No feminino: Finasa/Osasco x Açúcar União São Caetano, Rexona-Ades x Brasil Telecom/Força Olímpica, Ecus/Suzano x Pinheiros/Blue Life, MRV/Minas x Sesi Esporte-MG
e Macaé Sports x ACF/Campos
Rexona - Com várias novidades, o Rexona-Ades, única equipe paranaense na competição, estréia hoje, às 18 horas, contra a Força Olímpica no Ginásio Tarumã. A levantadora Fofão e as atacantes Sassá e Elisangela, todas da seleção, são os maiores destaques do time que inicia a busca pelo terceiro título. O Rexona foi campeão em 1997/1998 e 1999/2000. Desde 1997, esta é a sexta vez que a equipe de Curitiba faz a primeira partida no torneio em casa. Foram cinco vitórias e somente uma derrota.
Após duas semanas de treinamento, a equipe dirigida pelo técnico Helio Griner terá de se superar, conforme explica a levantadora Fofão. ''Estréia sempre preocupa. Estou ansiosa pela partida, pois será minha estréia no Rexona e ainda em casa. Temos de encontrar o equilíbrio'', disse.
Outra jogadora experiente é a atacante londrinense Elisangela, que nesta temporada está de volta ao Rexona onde foi revelada. ''Todas estamos ansiosas, independentemente de ter mais ou menos experiência. A Superliga é como uma escadaria e a gente tem de chegar bem na fase do mata-mata.''

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