Londrina segue no aguardo da decisão envolvendo a equipe Sancor Seguros Vôlei e a Prefeitura de Maringá, cidade onde o time está sediado e onde se arrasta um impasse sobre um pedido de repasse financeiro ao poder público municipal. A situação foi confirmada recentemente pela FOLHA e pela própria equipe, que, por meio de nota oficial e entrevista coletiva, revelou ter solicitado R$ 500 mil anuais à prefeitura para manter suas atividades em Maringá.

O pedido surgiu após a entrada de Londrina na disputa, apresentando uma proposta, com valores não divulgados, para levar o Sancor Seguros Vôlei à cidade e transformá-lo em representante londrinense na Superliga a partir da temporada 2026/27.

A principal atualização é que a Prefeitura de Maringá pediu mais tempo para responder à solicitação. O retorno deveria ter sido dado há cerca de dez dias, mas o prazo não foi cumprido. O município quer que o time detalhe melhor os motivos das demandas apresentadas.

O técnico Aldori Júnior afirmou em entrevista recente que o time opera com menos de R$ 50 mil mensais para despesas como viagens, alimentação e fisioterapia, sem incluir salários. Ele destacou que todos trabalham com ajuda de custo e conciliam outras profissões. O time foi eliminado pelo Minas nas quartas da Superliga. Em Londrina, há expectativa pelo desfecho do impasse e as negociações continuam.

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