Com a palavra
Em 2005 já se falava muito de seu potencial
Rafael Nadal era um garoto bem introspectivo em 2005. Já se falava muito dele no
circuito, de seu potencial, e à medida que ele foi vencendo partidas acabou cada vez mais requisitado.
Difícil arrancar palavras dele que fossem além do tênis e de seu jogo. Tinha sempre a companhia do representante da ATP para imprensa, que hoje alías é seu assessor
especial, cujo maior trabalho era resumir as entrevistas e evitar perguntas desconfortáveis.
A impressão que ele deixou era mesmo essa: um garoto tímido, mas de enorme talento. Que adorava jogar tênis, que fazia qualquer coisa para vencer. Deu no que deu.





