O Comitê Olímpico do Brasil (COB) acredita, a cinco meses dos Jogos do Rio, que 23 ou 24 medalhas serão suficientes para alcançar a meta de ficar entre os dez primeiros colocados na Olimpíada, que acontece entre 5 e 21 de agosto. O objetivo é abaixo do estabelecido pela própria entidade anteriormente, quando falava-se em subir de 27 a 30 vezes ao pódio para figurar no top 10 olímpico no quadro geral de medalhas em 2016.
"Número de medalhas para a gente é onde estiver o top 10. O que tem aparecido nos últimos três anos é que pode ser algo abaixo de 28, 27, que foi o resultado de Londres-2012 e Pequim-2008, (respectivamente) com Itália e Ucrânia", afirmou o diretor-executivo do COB, Marcus Vinícius Freire.
Desde 2010, a entidade estabeleceu as dez primeiras posições entre os mais de 200 países participantes dos Jogos como meta. O próprio Freire, em 2012, traçava como objetivo a conquista de 30 medalhas. Agora, faltando "100 dias úteis" para a Olimpíada, como ele calcula, o resultado em número de pódios pode ser reduzido sem mudar o que o COB espera dos atletas.
"Existe uma tendência de que haja uma maior distribuição de medalhas, com os oito primeiros ganhando mais um pouco e tirando dessa turma de baixo. Assim, o décimo lugar deve ter algo em torno de 23, 24. Para a gente não faz diferença, porque tem aquele negócio de medalhas que valem duas, quando você ganhar de uns dos 14 países que estão brigando conosco por essa décima posição. Pode virar 23 ou 24, mas o top 10 continua sendo meta", explicou o dirigente.

Evento multiesportivo reunirá cerca de 12,5 mil atletas de 28 modalidades, de 200 países. Na Olimpíada de 2012, o Brasil ficou em 22º lugar com 17 medalhas no total

Nos últimos jogos, Estados Unidos ficaram em primeiro lugar com 103 medalhas, seguido de China, com 88, e Grã-Bretanha, com 65

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