São Paulo - O técnico da seleção brasileira de ginástica artística, o ucraniano Oleg Ostapenko, foi escolhido pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) o melhor treinador de 2005. Ele recebe o troféu no dia 13 de dezembro, no Rio de Janeiro, na cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico.
A escolha do melhor técnico é feita por uma comissão do COB. O troféu foi instituído em 2001 vencido pelo gaúcho Larri Passos, que na época treinava o tenista catarinense Gustavo Kuerten, campeão de Roland Garros em 1997, 2000 e 2001.
Nos últimos três anos, o troféu ficou com Bernardinho, que comanda a campeoníssima seleção brasileira masculina de vôlei. Com a escolha do melhor técnico, a expectativa fica por conta da eleição para os melhores atletas.
No masculino, o paulista Robert Scheidt (vela), o gaúcho João Derly (judô) e o paranaense Giba (vôlei) concorrem ao prêmio. No feminino, as ginastas Daiane dos Santos (gaúcha) e Laís Souza (paulista) e a lutadora de taekwondo Natália Falavigna (paranaense) são as finalistas.
Hors-Concours O COB concederá ao meia-atacante Ronaldinho Gaúcho, do Barcelona, o Troféu Hors-Concours do Prêmio Brasil Olímpico 2005, em cerimônia no dia 13 de dezembro, no Rio. A entidade decidiu premiar o meia-atacante do Barcelona, que é o favorito para o ganhar pela segunda vez seguida o prêmio da Fifa para o melhor jogador do ano, por causa da sua expressiva votação.
''Como forma de homenageá-lo pelo brilhante momento de sua carreira, e em reconhecimento às suas virtudes como jogador de futebol, o COB decidiu conceder este troféu ao Ronaldinho'', disse o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman.
Esta é a segunda vez que o COB concede o Troféu Hors-Concours. A primeira foi em 2002, quando o atacante Ronaldo, do Real Madrid, destaque da seleção na conquista do pentacampeonato, recebeu o prêmio.

mockup