São Pau­lo - Pe­la cam­pa­nha Rio-2016, o COB au­men­tou sua mor­di­da na Lei Pi­va e re­du­ziu o di­nhei­ro pa­ra as con­fe­de­ra­ções, que in­ves­tem de for­ma ­mais di­re­ta no de­sem­pe­nho es­por­ti­vo dos atle­tas. É o que se ve­ri­fi­ca na pres­ta­ção de con­tas da ver­ba fei­ta pe­lo co­mi­tê.
  Em 2008, o COB fi­cou com 56,7% da ver­ba go­ver­na­men­tal do to­tal que es­tá sob sua ad­mi­nis­tra­ção. A en­ti­da­de te­ve di­rei­to a ge­rir R$ 78,8 mi­lhões – ou­tros R$ 14,6 mi­lhões fo­ram des­ti­na­do aos des­por­tos es­co­lar e uni­ver­si­tá­rio, co­mo pre­vê a lei. Em 2007, o co­mi­tê ti­nha man­ti­do 52,8% dos re­cur­sos do to­tal sob sua ges­tão, que foi de R$ 79,5 mi­lhões.
  Na prá­ti­ca, a fa­tia do di­nhei­ro que fi­cou com o COB che­gou a R$ 44,8 mi­lhões no ano pas­sa­do, um cres­ci­men­to de ­mais de R$ 2 mi­lhões em re­la­ção ao ano an­te­rior.
  En­quan­to is­so, o di­nhei­ro des­ti­na­do às con­fe­de­ra­ções ­caiu em R$ 3 mi­lhões, sen­do re­du­zi­do a R$ 34,2 mi­lhões. São as en­ti­da­des fi­lia­das ao COB que fa­zem a maio­ria do in­ves­ti­men­to di­rei­to em ma­nu­ten­ção de atle­tas, em par­ti­ci­pa­ção em com­pe­ti­ções e pa­ga­men­tos de co­mis­sões téc­ni­cas, ­itens li­ga­dos ao de­sem­pe­nho es­por­ti­vo.
  O prin­ci­pal mo­ti­vo pa­ra o cres­ci­men­to da mor­di­da do COB foi o sur­gi­men­to de uma des­pe­sa de R$ 7,9 mi­lhões com a cam­pa­nha Rio-2016. Ain­da hou­ve gas­tos que so­bra­ram re­fe­ren­tes à or­ga­ni­za­ção do Pan-2007.

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