A parceria do Palmeiras com a multinacional italiana Parmalat mostra como a administração empresarial séria pode fazer do futebol um excelente campo para investimento com retorno em curto espaço de tempo. Só neste ano, a empresa faturou cerca de R$ 10 milhões. Negociou Djalminha, Cafu, Leandro, Rincón, Luizão e Sandro num total de R$ 27 milhões e gastou outros R$ 17,1 milhões para comprar Pimentel, Nenêm, Junior Tuchê, Amaral, Zinho, Oséas e Euller.

mockup