Dado o universo de praticantes, seria mais que razoável criar uma pista pública de skate em Londrina. Além da rampa da MT3, os outros dois locais disponíveis são particulares, localizados dentro de espaços religiosos: o ''Jesus Freak'', no Aeroporto, e a Igreja Nova Aliança, na área central. A única rampa pública da cidade é o ''half'' do Vale do Rubi (Zona Oeste), mas como é muito alto (3m50 de altura) só é usado para o skate vertical, que tem poucos adeptos em Londrina.
''É brincadeira a gente não ter uma pista. Só em Curitiba existem dez e todas abertas ao público. Quase todas as cidades menores da região já têm a sua. Muitos de nossos atletas precisam ir treinar em Ibiporã, Cambé ou Rolândia'', diz Igor Mori, presidente da ASKL. Ele cita que também há pistas municipais em Arapongas, Apucarana, Maringá, Marialva, Ibaiti e Cornélio Procópio.
Em Londrina há o projeto de construção de uma pista no Centro Social Urbano (CSU) da Vila Portuguesa, mas os adeptos gostariam que fosse num local mais movimentado, como o Zerão. O diretor-administrativo da Fundação de Esportes de Londrina, Luiz Vargas Prudêncio, confirmou a obra para o final deste ano ou início de 2006. O local, segundo ele, será mesmo o CSU, pois a pista fará parte de um programa de revitalização do espaço. (J.K.)

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