São Paulo - A China teria escondido a morte de pelo menos dez operários que trabalhavam na construção do Estádio Olímpico. A sede receberá as cerimônias de abertura e encerramento da Olimpíada de Pequim, em agosto. A informação foi divulgada ontem pelo jornal inglês ''Sunday Times''.
Segundo a publicação, o governo chinês teria dado 17.400 euros (R$ 45.240) a cada família dos mortos para não revelar os acidentes. Os salários dos operários do estádio variam de 4 euros diários (R$ 10,40) a 5,5 euros (R$ 14,30).
De acordo com o ''Sunday Times'', a arquitetura arrojada do estádio, conhecido como ''Ninho de Pássaro'', obrigou os operários a trabalharem em alturas vertiginosas, muitas vezes sem proteção necessária no dia-a-dia.

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