Da Redação
Ao contrário das últimas eleições do Londrina, o clima este ano é bem tranquilo, quase frio. Daí, a pouca expectativa de uma maciça participação do associado do clube na eleição. Nenhum dos lados mostra convicção em ganhar a eleição. Em que pese o bom trabalho nos últimos dois anos na sede campestre – reforma e recuperação do parque aquático – e a reestruturação do time profissional (voltou à primeira divisão) e das categorias de base, a situação prefere aguardar o resultados das urnas.
‘‘É claro que existe confiança de nossa parte, mas prefiro esperar. Temos trabalhado para que a disputa seja tranquila, mas não acho que a eleição esteja fria’’, avalia Agostinho Miguel Garrote, atual vice-presidente do clube e integrante da chapa da situação.
A oposição mostra um otimismo quase contido. Luiz Antônio Flauzino diz, sem muita convicção, que espera ter no mínimo a metade mais um dos votos, o necessário para ser eleito. ‘‘Trabalhei para sair vencedor. Fiz diversos contatos telefônicos com o associado e todos falam que vão dar uma força pra gente’’, garante. Flauzino faz mistérios ainda sobre uma possível parceria que garantiria ao clube oito jogadores a custo zero e mais um patrocínio nas camisas. A parceria, adiantou ele, seria com um clube do Rio de Janeiro. ‘‘É uma surpresa. Se eu falar pode atrapalhar o negócio’’, desconversa.
Qualquer que seja o vencedor, só terá o nome confirmado no final deste mês pelos conselheiros eleitos. A nova diretoria terá um prazo de até 45 dias, a contar de hoje, para assumir a direção do Londrina.

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