São Pau­lo - São os me­lho­res jo­ga­do­res que são ­mais co­bra­dos pe­lo tor­ce­dor. O di­ta­do é ve­lho, mas con­ti­nua ­atual no Pal­mei­ras. Por is­so que se es­pe­ra mui­to de Die­go Sou­za e Vág­ner Lo­ve nas ­duas úl­ti­mas par­ti­das do ti­me no Bra­si­lei­rão. Am­bos ain­da es­tão de­ven­do nes­ta re­ta fi­nal da com­pe­ti­ção, mas a re­den­ção po­de acon­te­cer nos pró­xi­mos no­ve ­dias, quan­do tu­do se de­fi­ne.
  Ama­nhã, con­tra o Atlé­ti­co-MG, no Pa­les­tra Itá­lia, ­eles es­ta­rão jun­tos no­va­men­te. Vág­ner Lo­ve fi­cou no ban­co con­tra o Grê­mio, mas, ao la­do de Die­go Sou­za, ele po­de­rá pro­var que o in­ves­ti­men­to fei­to pe­lo Pal­mei­ras e por sua par­cei­ra, a Traf­fic, va­leu a pe­na.
  ‘‘Não ­acho que meu tra­ba­lho ou mi­nha per­ma­nên­cia no Pal­mei­ras es­te­ja em jo­go. Te­nho con­tra­to de ­dois ­anos’’, dis­se Die­go Sou­za, no iní­cio da se­ma­na. O ­meia cus­tou qua­se R$ 10 mi­lhões à Traf­fic, em ja­nei­ro de 2008, e em pou­co me­nos de ­dois ­anos par­ti­ci­pou de ape­nas uma cam­pa­nha vi­to­rio­sa pe­lo Pal­mei­ras: o Pau­lis­tão de 2008.
  Vág­ner Lo­ve che­gou ao clu­be no úl­ti­mo dia de agos­to, com a fa­ma de go­lea­dor que ti­nha dei­xa­do em 2003 e 2004, quan­do co­me­çou sua car­rei­ra no Pal­mei­ras. Mas ain­da não ren­deu o que era es­pe­ra­do. ‘‘Não tem o que fa­lar do Vág­ner. É um pro­fis­sio­nal cor­re­to, que vol­ta ao ti­me na ho­ra ­certa’’, dis­se o téc­ni­co Mu­ricy Ra­ma­lho on­tem.
  Die­go Sou­za fez um óti­mo cam­peo­na­to até ser con­vo­ca­do pa­ra a se­le­ção bra­si­lei­ra, em se­tem­bro. Era fa­vo­ri­to pa­ra ser es­co­lhi­do co­mo cra­que do Bra­si­lei­rão. Mas, quan­do re­tor­nou dos jo­gos das Eli­mi­na­tó­rias con­tra Bo­lí­via e Ve­ne­zue­la, não foi o mes­mo. ‘‘Mi­nha que­da es­tá re­la­cio­na­da ao ti­me. Um jo­ga­dor so­zi­nho não faz a equi­pe ­cair de pro­du­ção ou dei­xar de ­vencer’’, dis­se ele.

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