Cerimônia é um capítulo à parte na competição
São Paulo - A cerimônia de abertura tornou-se um capítulo à parte na história da Olimpíada. Repleta de protocolos e tradições e vista, a partir da massificação do cinema e da TV, em todo planeta por centenas de milhões de pessoas, o evento não só abre oficialmente os Jogos como também é uma espécie de termômetro quanto à capacidade organizadora do país-anfitrião.
Já na pioneira edição dos Jogos, em Atenas-1896, houve cerimonial para abrir o evento, embora sem a pompa que existe nas celebrações recentes. Os primeiros Jogos da Era Moderna foram marcados pelo discurso do rei grego Jorge 1º a cerca de 100 mil espectadores, após a inauguração de uma estátua na entrada do estádio Panathinaiko, principal palco das competições. Nesta curta cerimônia, foi tocado o hino olímpico composto para a ocasião.
Em reconhecimento por serem os criadores dos Jogos na Antiguidade, os gregos passaram a abrir o desfile de delegações a partir de Amsterdã-1928. A pratica perdura até hoje, tendo ainda os anfitriões como os últimos a desfilar. (Folhapress)





