Ceni não deve retornar contra Goiás
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quinta-feira, 06 de agosto de 2009
Das agências 
São paulo - O goleiro Rogério Ceni foi submetido a um teste ontem para avaliar suas chances de voltar aos gramados no domingo, quando o São Paulo enfrentará o Goiás, pelo Campeonato Brasileiro. Com o presidente Juvenal Juvêncio de olho, o capitão participou de 61 minutos de um jogo-treino dos reservas contra a equipe das categorias de base do Tricolor e demonstrou que deverá adiar seu retorno às partidas.
O jogador só deixou o gramado pouco antes do fim da movimentação e foi contido ao analisar sua atuação. ''Foi mais ou menos'', resumiu o goleiro. A decisão da comissão técnica será tomada apenas hoje, mas Ceni deve ser poupado do jogo contra o Goiás, deixando o retorno apenas para dia 16, contra o Sport, na Ilha do Retiro.
Enquanto esteve em campo, Ceni realizou quatro defesas e conversou com o preparador de goleiros, Haroldo Lamounier, em alguns momentos. O goleiro se mostrou incomodado com a parte muscular, que foi bastante exigida na atividade.
Logo no início do treino, o atleta foi superado pelo garoto Eric, que chutou da entrada da área para balançar as redes e abrir o placar. Porém, ainda na primeira parte da atividade, o goleiro-artilheiro empatou o jogo-treino ao cobrar pênalti. Durante a movimentação, Rogério Ceni também mostrou liderança e orientou a defesa. Depois do intervalo, o garoto Ernani aproveitou bola alçada na área para cabecear e superar Rogério Ceni, definindo a vitória do time da base por 2 a 1.
Durante o jogo-treino, sentado ao lado de Juvenal nas arquibancadas, Ricardo Gomes também observou as atuações do lateral direito argentino Adrián González e do zagueiro chileno Nelson Saavedra, que atuaram na mesma equipe do goleiro-artilheiro.
O ídolo tricolor está em processo final de recuperação da fratura no tornozelo esquerdo, sofrida em 13 de abril. Naquele mesmo dia, o capitão passou por cirurgia e iniciou seu tratamento. Mesmo se adiar seu retorno para o jogo contra o Sport, o goleiro estará dentro do prazo previsto de recuperação, que era de quatro a seis meses.


