Buenos Aires Chegou a hora para Rogério Ceni. Depois de 11 anos, jogará uma final de Libertadores. Estará em campo e não no banco de Zetti, como na vitória sobre a Universidad Catolica em 1993 e na derrota para o Velez, em 1994. ''Há muito, persigo esse dia, mas ainda não chegou. Vamos trabalhar para ser campeões, dessa forma nosso trabalho não será esquecido.''
Para o público externo, Ceni diz que se sente campeão em 1993, mesmo estando no banco. E, em 2002, no Mundial, também. Para amigos mais chegados, reconhece que sua carreira precisa de um grande título.
Mais do que um sonho, a Libertadores é uma obsessão. A derrota mais sofrida nos últimos tempos foi aquela contra o Cruzeiro, no final da Copa dos Campeões, em 2000, com um gol sofrido no último minuto. A derrota que tirou o São Paulo da Libertadores.
Por isso, não admite outro final para essa história. ''Quero ser campeão da Libertadores. Diziam que seria melhor pegar o Chivas porque eles não podem ir ao Mundial, mas isso não me agrada. É preciso fazer uma grande partida fora de casa e garantir depois no Morumbi.''
Ele acredita em um bom trabalho na primeira partida, quando o time estará reforçado de jogadores que estavam servindo seleções, como Cicinho. (A.E.)

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