Cenas da última batalha
Mário CésarA CONFUSÃO
Torcedores lotaram seis ônibus para prestigiar o Grêmio domingo - e por pouco não perderam a viagem. Na chegada ao ginásio do Palmeiras, os dois primeiros ônibus foram depredados. Depois, enfrentaram a exigência do presidente da Microcamp, Elói Tuffy, em cobrar R$ 50,00 de ingresso de cada um. Em Londrina, o ingresso custou R$ 3,00 e R$ 2,00 (estudantes). A CBB precisou intervir, senão o Grêmio não entraria em quadra. E a torcida finalmente entrou - e de graça.
Mário CésarA ESPERA
Recebidos por uma grande vaia quando entraram em quadra, os jogadores do Grêmio fizeram o tradicional aquecimento para o jogo, previsto para começar às 19h30. Com o atraso no início da partida, provocado pela não-entrada dos torcedores londrinenses e pela falta de policiamente, os atletas esperaram, sentados, o fim da guerra de bastidores. Para evitar o desgaste com os torcedores do Mackenzie, os jogadores do Grêmio retornaram ao vestiário.
O ACORDO
Depois de muitas conversas envolvendo dirigentes da CBBasquete, que ameaçaram multar o Mackenzie por atrasar o jogo, da chegada de soldados da Polícia Militar e até da intervenção da hoje paranaense Hortência, que preside um time feminino em Curitiba, os torcedores do Grêmio foram finalmente autorizados a entrar no ginásio do Palmeiras. Também recebida com vaias, a torcida londrinense ocupou um dos fundos do ginásio palmeirense - e sem pagar ingresso.
A DERROTA
Alvo da ira da torcida londrinense na última semana, o ala-pivô Oscar jogou com uma gana toda especial. O Mão Santa iniciou o jogo como sempre: reclamando da arbitragem. Mas bastou ser advertido pelo árbitro Carlos Renato ao reclamar uma falta após marcar os primeiros pontos do Manckenzie e Oscar mudou de comportamento - devido, talvez, à confortável vantagem que o Mackenzie manteve desde o início no placar. Oscar foi o cestinha da partida com 41 pontos.





