Rio de Janeiro - Em toda Copa do Mundo, pelo menos um grande craque se despede da competição. Em 1970, foi a vez de Pelé, o maior de todos. O brasileiro deu adeus em grande estilo. Comandou o Brasil na conquista definitiva da Jules Rimet e se tornou o primeiro, e até hoje único, jogador a ser três vezes campeão do mundo.
Quatro anos depois, foi a vez de Beckenbauer. Jogador refinado, o capitão alemão encerrou sua participação em Copas levantando a taça dentro do seu país. Um fecho de ouro para um craque que brilhou em três mundiais.
A Copa de 1974 também marcou a despedida, prematura é verdade, de Johann Cruyff. O astro holandês brilhou na Alemanha, com 27 anos. Poderia perfeitamente disputar a Copa seguinte, na Argentina, mas se recusou, por não concordar com a ditadura militar que imperava no país sul-americano.
A Copa de 94 marcou a o adeus de Maradona. Pena que tenha sido pela porta dos fundos. Destaque da Copa de 86 e vice-campeão mundial em 90, o argentino chegou a abandonar a seleção. Voltou para jogar a Copa dos EUA. Pego no doping, despediu-se sem a pompa que merecia. (M.F./Agência O Globo)

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