O técnico Celso Roth, do Palmeiras, enfrenta um dilema para a partida contra o Guarani, no domingo, em Campinas. Ele está sendo criticado por antigos conselheiros do clube, que o consideram defensivista, e sua principal incógnita agora reside nos números. Roth não sabe qual esquema manter para a partida. Voltar ao 3-5-2 ou permancer com o 4-4-2 utilizado no empate por 0 a 0 contra o Cerro Porteño, quarta-feira, pela Libertadores?
O resultado manteve a equipe na segunda colocação do grupo 2. Esta dependência por esquemas improvisados, no entanto, tornou-se uma constante desde que a diretoria resolveu adotar a política de contenção de gastos no segundo semestre de 2000.
‘‘Para mim, é tudo a mesma coisa. Estas variações servem para o time se defender mais do que atacar’’, desabafou o ex-goleiro do clube e da seleção, Oberdan Cattani, conselheiro do Palmeiras há 16 anos.

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