CBV vai criar seguro-desemprego para os atletas
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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2001
Agência Estado De São Paulo 
Foi preciso um escândalo, o do calote aos atletas do Vasco da Gamae Flamengo, e a luta na Justiça do Trabalho da ex-líbero vascaína Sandra para atuar nesta edição da Superliga por um outro clube, para que a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) pensasse em um mecanismo de defesa para os jogadores. A adoção de um seguro-desemprego ou a mudança no regulamento para permitir a troca de time na Superliga, por inadimplência, são as medidas que a CBV poderá adotar, na próxima temporada, para inibir atrasos de salários. O calote não é novidade e já foi enfrentado nas extintas equipes da UnG/Barueri, Trasmontano/Ribeirão Preto, Chapecó e Maringá.
Atualmente, Sandra, que rompeu contrato com o Vasco em dezembro porque não recebia há quatro meses, só tem uma maneira de voltar a trabalhar com o que sabe e gosta: de posse de uma liminar. Ela tem proposta d 2 times


