São Paulo - Ary da Graça, presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), esteve ontem em São Paulo para divulgar uma nova tecnologia na bola, que ''se acusaria'' como ''dentro'' ou ''fora'' da quadra. Mas, inevitavelmente, acabou questionado sobre a crise entre Bernardo Rezende e José Roberto Guimarães, técnicos das seleções brasileiras Masculina e Feminina. E, ao falar do assunto, foi rápido: ''Não vou me meter nessa briga.''
Zé Roberto, no comando do time feminino desde 2003, e Bernardinho, técnico da equipe masculina desde 2001, passaram a não se entender depois dos Jogos Olímpicos de Atenas/2004. ''Os dois são campeões e têm idéias particulares. Eu não vou interferir. É uma coisa muito pequena e esse assunto já acabou. Meu papel é cobrar resultados dos dois nas competições. Enquanto isso estiver acontecendo, não tenho motivos para me meter'', disse o presidente da CBV.
Tentando acalmar os ânimos, o dirigente garantiu: ''Foi algo pessoal, mas eu tenho certeza de que a reconciliação está muito próxima. Foi muito pequeno para se levar adiante.''

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