Rio de Janeiro - A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) rebateu ontem o deputado federal Doutor Rosinha (PT-PR), que encaminhara no início da semana uma representação à Procuradoria-Geral da República solicitando a abertura de inquérito criminal e civil contra a entidade, a fim de investigar suspostas irregularidades. No documento, entre outras coisas, o parlamentar questionava o porquê de a CBF não ter registrado no Sindicato dos Empregados em Clubes do Estado do Rio o salário de seus dirigentes.
De acordo com Maurício Costa, sócio da MPCN Sistemas Contábeis e Auditoria, empresa contratada para fazer o balanço da CBF, todos os dirigentes a que se refere Doutor Rosinha não têm vínculo empregatício com a entidade, conforme reza o estatuto da CBF. ''Eles são considerados diretores-estatutários, não são funcionários e, por isso, não contribuem para o sindicato'', disse.

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