São Paulo - Sonhando com o inédito título da Copa do Brasil, o Santos vai decidir a sua vaga nas semifinais da competição fora de casa. No sorteio realizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ficou decidido que o time paulista jogará o primeiro jogo das quartas-de-final, contra o Ipatinga, na Vila Belmiro, no dia 26.
  O time de Vanderlei Luxemburgo fará o segundo confronto diante dos mineiros no dia 3 de maio, no Estádio Ipatingão. O campeão da competição garante uma vaga na Copa Libertadores da América de 2007.
  Em outro confronto das quartas-de-final, o Cruzeiro fará o primeiro jogo contra o Fluminense, em casa, no Mineirão. A partida de volta acontece no Maracanã.
  Já o Flamengo, que deu um importante passo para eliminar o Guarani ao vencer por 5 a 1 o primeiro jogo, no Rio, voltará a decidir sua seqüência no torneio fora de casa. O jogo de ida com o Atlético-MG acontece no Maracanã, na próxima quarta-feira. Uma semana depois, as duas equipes se enfrentam em Belo Horizonte.
  O Volta Redonda também terá que decidir sua classificação às semifinais na casa do adversário. O time do Estado do Rio fará o primeiro jogo da fase contra o vencedor do confronto entre Vasco e Criciúma, que decidiriam a vaga ontem à noite – os cariocas ganharam o jogo de ida, em Santa Catarina, por 2 a 1.
  Santos – Não adianta procurar notícias do goleiro Saulo na Vila Belmiro nem no CT Rei Pelé. Ele não se reapresentou ao clube, mesmo depois de ter perdido a ação e ontem seu procurador, Neto, revelou que não trabalha mais com o atleta, por não concordar com sua intenção entrar na Justiça contra o clube, depois de ter passado à condição de terceiro goleiro com a chegada de Fábio Costa e Roger.
  ‘‘Eu e meu sócio, Flávio Reis, não apoiamos o Saulo nas coisas que ele fez extra-campo, pois o Santos fez tudo por ele, deu uma mão quando ele foi mandado embora do São Paulo’’, disse Neto. Para ele, o goleiro ‘‘teve a oportunidade e não soube aproveitá-la’’.
  Disse que até entende a insatisfação do jogador que caiu para terceiro goleiro. ‘‘Mas isso tinha de ser resolvido de maneira certa, conversando, e não saindo pela porta do fundo’’. Quando surgiu o problema, Neto participou de reunião com Saulo, seu pai e um advogado. ‘‘Foi passado para nós que iam fazer o que fosse preciso para ele sair do Santos’’.

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