Split A seleção brasileira de 2005 promete encher os cofres da CBF. Com uma fúria avassaladora para arrumar amistosos, muitos contra seleções inexpressivas, e sucesso nos gramados, esta será a temporada que o time nacional mais vai faturar depois do pentacampeonato, há três anos.
Entre a premiação pelo título da Copa das Confederações e a cota de partidas festivas, a CBF pode arrecadar mais de US$ 7 milhões (R$ 16,45 milhões) com seu principal produto 70% do que rende seu mais gordo contrato publicitário (AmBev) e mais do que a Nike paga. Isso sem falar no US$ 1 milhão que a própria empresa de bebidas levou, como manda contrato entre as partes, pelo amistoso contra Hong Kong em fevereiro. A AmBev tem direito a explorar um jogo da seleção por ano.
A jóia da coroa no alto faturamento está nos detalhes finais. O magnata russo Roman Abramovich está disposto a pagar todas as despesas de hospedagem e transporte da seleção, além de US$ 2 milhões, para colocar seu Chelsea, que faz cem anos em 2005, para enfrentar o time de Parreira.
Nunca alguém pagou tanto para receber o Brasil. O recorde pertence aos chineses, que investiram US$ 1,25 milhão para levar o time à Ásia em 2003. O jogo contra o time inglês está previsto para novembro. (Folhapress)

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