Rio, 29 (AE) - A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) impôs um desafio aos nadadores que sonham em ir à Olimpíada de Sydney: os índices são os mais difíceis da história. Nas provas individuais, os índices mínimos correspondem ao oitavo lugar na Olimpíada de Atlanta, em 1996. No revezamento, o tempo equivale ao do quinto colocado. No feminino, os novos índices significam a quebra de recordes sul-americanos. No masculino, das 17 provas do programa, em apenas 7 não será preciso superar o recorde.

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