CBB não abre mão de estrangeiro na seleção
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domingo, 13 de dezembro de 2009
Folhapress 
São Paulo - Mesmo que não acerte a renovação com o técnico espanhol Moncho Monsalve, a seleção brasileira masculina de basquete deve permanecer sob o comando de um estrangeiro. A intenção da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) é expressa até mesmo de forma contratual com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
Uma das metas da entidade, estabelecidas quando ainda era gerenciada por Grego Bozikis, é a permanência de um treinador de fora do país no comando.
Manter a contratação do técnico estrangeiro na seleção masculina e criar uma comissão técnica para cada categoria uniformizando a metodologia de treinamento, diz o plano de metas da CBB, enviado no fim de 2008 ao COB para justificar a aplicação de recursos da Lei Piva neste ciclo olímpico.
Apesar de não ter conhecimento desse planejamento, o diretor do departamento masculino da CBB, Vanderlei Mazzuchini, não cogita, no momento, ir contra a meta da antiga administração e contratar um brasileiro para o cargo. O técnico da seleção masculina deve ser um estrangeiro, até para dar uma reciclada, disse Vanderlei. Mas (a manutenção de um estrangeiro no comando) não deve ser uma regra. Tem que ser o melhor (técnico) no momento.
A diretoria da CBB deve se reunir novamente com Moncho nesta semana para definir sua permanência ou não no comando da seleção.


