São Paulo - O objetivo da seleção brasileira masculina de basquete é estar na Olimpíada de Pequim, em 2008, após ausências nos Jogos de Sydney e Atenas. A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) quer ter neste novo ciclo olímpico uma equipe entrosada. ''No basquete, reunir os 12 melhores jogadores não serve. Ganha o melhor conjunto'', afirma o técnico Aloisio Ferreira, o Lula.
Para tanto, será preciso conseguir da NBA a liberação dos cinco brasileiros que atuam na liga para a temporada da seleção e pagar os prêmios dos seguros exigidos pelas franquias.
Para ter Nenê Hilário, pivô do Denver Nuggets, no ano passado, a CBB teve de desembolsar US$ 7 mil (cerca de 20 mil reais), seguro que deve ser superior dessa vez. Ainda estão na NBA o armador Leandrinho Barbosa (Phoenix Suns), o ala-armador Alex Garcia (New Orleans Hornets), o ala-pivô Anderson Varejão (Cleveland Cavaliers), e o pivô Rafael Araújo, o Baby (Toronto Raptors), que foi liberado para jogar pela seleção no dia 11 de setembro após cumprir suspensão de dois anos por doping.
''Estamos negociando contrato com a Eletrobrás para o masculino. Mas a CBB vai ter recursos, nem que tenhamos de vender nosso carro'', afirma o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis.

mockup