A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) confirmou ontem a vitória do Franca/Cougar sobre o Mogi/Report, por 90 x 89, domingo, em Franca, julgando improcedente um recurso impetrado pelo Mogi, segunda-feira, em que era pedida a anulação da partida, válida pelo Campeonato Brasileiro. A equipe derrotada alegou ter sido prejudicada quando, a 26 segundos do fim do jogo, o árbitro Carlos Renato dos Santos, o Renatinho, cassou uma falta técnica que favorecia o time de Mortari e concedeu dois lances livres seguidos da posse de bola ao Franca/Cougar, ao perceber que o Mogi tinha seis atletas em quadra.
A decisão do árbitro, depois de reunir-se em quadra com seu auxiliar Sérgio Jesus Pacheco e o delegado da partida, Brás Haro, interrompendo o jogo por cerca de cinco minutos, permitiu a virada do time da casa. No momento da falta sofrida por Danilo, seu time, o Mogi/Report, vencia por 89 x 86. Mas Danilo, que deveria ter substituído Janjão após um pedido de tempo de Mortari, entrou na quadra antes da saída do colega. Ao fim, o Franca/Cougar venceu por 90 x 89.
A validade do jogo, o quarto do play-off semifinal do Campeonato Brasileiro de Basquete Masculino, em Franca, evitou a desclassificação da equipe comandada por Hélio Rubens, que tinha perdido dois dos primeiros três jogos da melhor-de-cinco. Para Mortari, a decisão da CBB não prejudica seu time, mas foi tomada com base num ‘‘festival de erros e mentiras’’ do árbitro. ‘‘O Renatinho disse que o Danilo não sinalizou para a mesa de arbitragem no momento da substituição, mas as imagens da TV mostram o jogador indo à mesa’’, acusa.
Sem autorizaçãoCarlos Renato, que com Pacheco, foi escolhido pelos técnicos para apitar o All Star Games, em março, em Ribeirão Preto, garante que não autorizou a entrada de Danilo em quadra. ‘‘Assim é óbvio que ele não poderia ter sofrido falta uma vez que, oficialmente, não estava jogando.’’ O árbitro atribuiu o equívoco do Mogi a um erro de comunicação da equipe. ‘‘Não houve má-f钒, diz.

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