DivulgaçãoConfianteO piloto Maurício Gugelmin, com o novo carro da equipe PacWest/Hollywood, um Reynard, aposta tudo este ano no motor Mercedes A Fórmula Indy movimentará este ano US$ 300 milhões nos cálculos de Andrew Craig, presidente da Cart (Championship Auto Racing Teams, associação das equipes da categoria). Segundo Craig, US$ 250 milhões virão do patrocínio direto às equipes e outros US$ 50 milhões dos anunciantes oficiais das 17 etapas de 97.
Craig deu os números da expansão da F-Indy no mundo: o campeonato do ano passado foi transmitido por TV para 192 países. ‘‘Pouco menos do que o número de nações membras do Comitê Olímpico Internacional, 198’’, disse. Cerca de 65 milhões de pessoas viram as corridas pela TV, em países distantes como a China. ‘‘Isto faz com que a Indy seja cada vez mais atraente para grandes anunciantes que desejem integrar seus produtos neste universo de globalização’’, contou.
ConfianteA Mercedes Benz - que ganhou as 500 Milhas de Indianapolis em 1915 - quer voltar a fazer história na Fórmula Indy, e para isso aposta todas as suas fichas no novo motor IC108D, que equipa sete carros na temporada 97. Único brasileiro a defender as cores da fábrica alemã, Maurício Gugelmin disse em Miami, que confia muito no seu novo conjunto, que conta com o chassi Reynard e os pneus Firestone. ‘‘Nós pensamos muito antes de tomar a decisão de trocar de motor, e pelos primeiros testes já pudemos perceber que a decisão foi acertada’’.
Com a autoridade de quem já ganhou dois títulos da PPG Cart, Al Unser Jr. disse que o principal para quem pensa em ganhar o título é a confiabilidade do conjunto. Os outros pilotos que andarão com motores Mercedes são Patrick Carpentier, Dario Franchitti, Greg Moore e Paul Tracy.

mockup