Madison - Helinho Castroneves ganhou sua primeira corrida do ano, domingo, em Madison, sem o auxílio do computador de bordo. Dessa forma, ele fez uma corrida 'cega', sem saber as marchas, sem controle de tração, sem o indicador de limite de velocidade, sem marcador de combustível, sem o controle de barras estabilizadoras. ''Se eu fosse perder tempo para dar um 'boot' no computador ia perder tempo. Então encarei a situação e me dei bem''. Domingo, a Indy Racing League terá sua 12 etapa no trioval do Kentucky Speedway. O que Helinho não quer é fazer outra prova igual.
A Penske conseguiu minimizar o problema, levando em conta o desempenho de Gil de Ferran como referência para o consumo de combustível. Mas como os pilotos têm estilos diferentes, há sempre uma margem de erro. No fim da prova, a equipe constatou que o tanque ainda continha 20 litros de metanol. ''A sensação é péssima. Você não sabe o que está ocorrendo. No final, com medo de que o combustível acabasse, eu comecei a economizá-lo, deixando a mistura mais pobre. Mas é um risco. O Tony Kanaan poderia me alcançar. E eu estava precisando dessa vitória'', diz.
Para a corrida de domingo no oval de Kentucky, de 1,5 milha (2,41 km), Helinho diz que no teste coletivo as equipes Andretti Green e Penske andaram no mesmo ritmo. ''Vai ser equilibrada. Estou seguro disso''.
Mercado Antes do fim do campeonato, a IRL já começa a viver a fase das especulações para 2004. A primeira novidade no mercado de pilotos poderia ser a transferência de Sam Hornish Jr. da Panther para a Ganassi que pretende colocar na pista um terceiro carro. Com novidades do calendário, os organizadores já confirmaram a corrida de Milwaukee.
E estudam a volta da prova de Las Vegas. Mas a surpresa poderia ser a corrida em Montreal, a primeira da IRL em um circuito misto. Em compensação, Madison deverá ser excluída da temporada.

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