São Paulo - A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) organizou uma festa ontem, em São Paulo, para premiar os melhores atletas do ano na modalidade, mas o assunto mais comentado foi a ''novela Giovane''. Até o momento, o atleta ainda não tem a liberação para defender o Banespa - o time trava uma briga com o Wizard/Suzano, que o atacante deixou no meio da temporada, atraído por uma proposta milionária.
O presidente da CBV, Ary Graça, já avisou: ''No vôlei brasileiro, não existe virada de mesa. As coisas têm de ser resolvidas com bom senso. É preciso sentar e chegar a um meio termo. Não quero que o caso chegue à Justiça comum.''
Giovane, visivelmente abatido com as críticas que vem recebendo - foi chamado de mercenário pelo gerente do Suzano, Arnaldo Marin Júnior -, desabafou: ''É dura essa novela. Estou esperando pacientemente a liberação. Enquanto as coisas não estiverem nos conformes, não entro em quadra''.

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