O gerente-geral do Cascavel, Emílio Martini, tentava até o início da noite de ontem conter a revolta dos jogadores, convencê-los a aceitarem receber pequena parcela dos salários atrasados e irem para o jogo de amanhã em Ponta Grossa, pelo Torneio Extra. Emílio disse que conseguiu ajuda financeira de alguns empresários, com apoio do ex-presidente Alfredo Kaeffer. As conversas com os jogadores foram individuais. A negociação envolveu a pouca disponibilidade de dinheiro e as necessidades mais urgentes de cada um. Mesmo com os problemas contornados momentaneamente, o Cascavel se encaminha para a desativação, com a possibilidade de abandonar o torneio.

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