Cascavel resolve alguns problemas e joga em Maringá
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sexta-feira, 21 de março de 1997
Paulo Pegoraro Sucursal de Cascavel 
Responsáveis pelo Cascavel discutiam até o início da noite de ontem, a possibilidade de mandar o time para Maringá domingo, para o primeiro jogo do Torneio da Morte. Havia risco de que isto não acontecesse, pois os jogadores queriam receber integralmente pagamentos atrasados, de vários meses, que somam R$ 50 mil. Durante dez dias, eles se recusaram a treinar - ontem também não houve treino. O Cascavel está abandonado desde que o empresário Alfredo Kaeffer renunciou há mais de um mês e não apareceu ninguém interessado no cargo. Assim, quem responde pelo clube (inexistente, enquanto entidade com associados) é o gerente geral, Emílio Martini. Ele conseguiu apoio de Kaeffer, para levantar R$ 15 mil, ontem, para dividir entre os jogadores, e com promessa de novos pagamentos em abril. A maior parte dos jogadores relutava em aceitar apenas parte do dinheiro. A negociação era feita individualmente por Emílio Martini.


