A Prefeitura de Cascavel será conclamada a liderar um ‘‘mutirão’’ para dotar o Cascavel Esporte Clube de meios que lhe assegurem a manutenção de uma equipe de futebol. Sem esta interferência, o clube pode fechar. A posição, e a perspectiva, foram manifestadas por organizadores de um encontro de empresários realizado terça-feira, para discutir alternativas para o Cascavel, que tem dívidas de R$ 40 mil e nenhuma fonte de receita.
O time, que está sem presidente há um mês, terá que disputar o ‘‘Torneio da Morte’’, para tentar classificação para a divisão principal do Paranaense 98. Mas os jogadores pararam de treinar, por não receberem pagamento, e o técnico Elói Kruger já arrumou outro emprego - responde pelo setor esportivo da Associação Atlética Comercial. Entre os que tomaram a iniciativa de discutir o futuro do Cascavel está o vice-prefeito Eduardo Marassi.
Caberá a ele marcar um encontro com o prefeito Salazar Barreiros. De antemão, Salazar avisa que o município não tem como destinar recurso para o clube. Jorge Guirado, diretor da TV Tarobá, um dos que convidaram empresários para conversar, diz que ‘‘ninguém tem disposição de ser salvador da pátria’’. Se o torneio for mesmo iniciado dia 23, dificilmente o Cascavel participará.

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