Da Redação e AE
O Paraná, que surgia como a segunda força no vôlei feminino, em número de participantes, ficando apenas atrás de São Paulo, deve perder oficialmente hoje a condição. O Estado, que deveria ter três integrantes da Superliga Nacional, deve ficar apenas com dois: Rexona (Curitiba) e Grêmio/Aguativa (Londrina). Em entrevista coletiva prevista para hoje à tarde, o secretário de esportes de Cascavel, Ladir Salvi, o Padre, deverá anunciar o abandono da equipe Fox/Cascavel da competição, que começa no próximo mês.
Segundo a assessoria do time de Cascavel, o motivo foi a falta de recursos financeiros para o projeto devido a falta de patrocínio. Com a desistência da Unipar e da demora da prefeitura de Santa Helena em responder ao projeto, Ladir resolveu sair agora do que passar pelo vexame de sair durante a competição. O plano inicial do time de Cascavel era ter uma verba mensal de R$ 20 mil, mas como não conseguiu, as jogadoras que foram contratadas deverão ser dispensadas e as que eram esperadas nem deveria vir, informou a assessoria. A Confederação Brasileira de Vôlei, através do seu diretor Antonio Feitosa, disse que o time de Cascavel não será punido, pois foi apenas convidado. Feitosa disse ontem que ainda acredita numa mudança de posição por parte dos dirigentes de Cascavel.
Copa do Mundo – A seleção do Canadá, às 2h30 de amanhã, será o próximo compromisso da seleção brasileira masculina de vôlei na Copa do Mundo do Japão. O Brasil começa a terceira fase da competição quase sem chance de ainda conseguir uma das três vagas que estão em disputa no torneio para a Olimpíada de Sidney, no ano que vem. O time, comandado pelo técnico Radamés Lattari ocupa o sexto lugar na classificação, atrás de Cuba, Rússia, Estados Unidos, Itália e Espanha, pela ordem.

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