O presidente de honra da Fifa, João Havelange, admitiu a possibilidade de tomar qualquer atitude política para colaborar com seu ex-genro Ricardo Teixeira, presidente licenciado da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e que pode renunciar ao cargo se o relatório da CPI do Futebol, no Senado, for aprovado na terça-feira.
Presidentes de federações estaduais articulam o lançamento da candidatura de Havelange, de 85 anos, à presidência da CBF, na hipótese de Teixeira ser indiciado por suposto envolvimento em crimes de perjúrio, sonegação fiscal e evasão de divisas, entre outros.
Havelange não queria falar sobre o assunto mas não conseguiu. ''O meu desejo de servir, sempre que puder, é imenso, e servir ao presidente Ricardo Teixeira, a quem eu quero um bem extraordinário, é uma missão minha também. Servindo a ele estamos servindo ao futebol brasileiro.''

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