Uma cartilha de conduta que determina como deve ser o comportamento de jogadores, técnicos, árbitros, dirigentes, funcionários e colaboradores é a novidade da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). O novo Código de Ética, aprovado na assembléia ordinária anual, com os 27 presidentes das federações nacionais, é amplo. Inclui desde a necessidade de cumprir o Estatuto da CBV, as regras, normas e regulamentos que disciplinam a prática do vôlei nacional e internacional, até a condenação de atos de violência, racismo, uso de drogas proibidas, corrupção ou envolvimento em negociações de passes e transferências de atletas.

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