Correr de carrinho de rolimã na década de 70 era o máximo para muitos quarentões de hoje. Quem nunca disputou ‘pegas’ pelas calçadas e ruas da vizinha, para desespero das mães? Para ter a ‘máquina’ bastava ter um chassi de madeira, quatro rolamentos, breque e só. Competir lado a lado com o adversário e sentir a velocidade nas descidas era o máximo. E cada um incrementava o seu da melhor maneira possível. Com o passar dos anos esta prática foi deixada de lado.
Em Presidente Prudente, interior de São Paulo, esta febre continua. No próximo dia 1º de novembro acontece a terceira etapa do Campeonato Paulista de Carrinho de Rolimã, com a participação de ‘pilotos’ de São Paulom, Campinas, Jundiaí e Osasco. A expectativa é para a presença de aproximadamente 90 competidores. Os carrinhos chegam a atingir cerca de 80 km/h e o custo de um vai ao máximo de RS 150,00.
A brincadeira virou coisa séria, tanto que Ailton José de Souza, presdiente da Associação dos Competidores de Carrinho de Rolimã está criando a Federação Paulista da modalidade.

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