São Pau­lo - Ao per­der do Co­rin­thians, o São Pau­lo tor­nou in­viá­vel ga­ran­tir uma va­ga na Li­ber­ta­do­res sem de­pen­der do re­sul­ta­do da Sul-Ame­ri­ca­na. Mes­mo fi­car no G4 é di­fí­cil. É a aná­li­se do téc­ni­co Pau­lo Cé­sar Car­pe­gia­ni.
  Sua opi­nião re­fle­te a dis­tân­cia de pon­tos dos são-pau­li­nos pa­ra o gru­po dos ti­mes da fren­te. Is­so por­que os re­sul­ta­dos de ou­tros jo­gos fo­ram des­fa­vo­rá­veis à equi­pe tri­co­lor.
  As­sim, o São Pau­lo fi­cou a 10 pon­tos do G3, a ape­nas qua­tro ro­da­das do fi­nal. Em re­la­ção ao G4, a di­fe­ren­ça é de cin­co pon­tos, ­pois o Bo­ta­fo­go é o quar­to com 55 pon­tos. Pa­ra che­gar à Li­ber­ta­do­res nes­ta po­si­ção, é ne­ces­sá­rio que um clu­be bra­si­lei­ro não con­quis­te o tí­tu­lo da Sul-Ame­ri­ca­na.
  ‘‘Ve­jo ago­ra com al­gu­ma di­fi­cul­da­de. Te­mos que nos fi­xar ho­je no quar­to ­lugar’’, con­tou Car­pe­gia­ni. ‘‘Tem que ser rea­lis­ta. Em 12 pon­tos, ti­rar cin­co pon­tos é mui­to di­fí­cil (pa­ra che­gar ao quar­to). A bri­ga es­tá ex­ten­sa. Mas não jo­ga­mos a toa­lha.’’ (Fo­lha­press)

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