São Paulo - A J.League começa hoje. E a cotação dos jogadores brasileiros continua em alta. Serão 42 atuando em 16 dos 18 clubes da Primeira Divisão do futebol japonês. O último a se juntar à legião brasileira foi o meia Ari, ex-Bahia, contratado na quarta-feira pelo Kashima Antlers.
Há muitos nomes conhecidos. Fabinho (ex-Corinthians) é a estrela do Cerezo Osaka, ao lado do lateral-esquerdo Zé Carlos. Dodô e Magno Alves deixaram o futebol sul-coreano e defendem hoje as cores do Oita Trinita. Dininho, ex-São Caetano, comanda a zaga do Sanfrecce Hiroshima. Adhemar, outro ex-São Caetano, joga no Yokohama Marinos. E Washington, artilheiro do último Campeonato Brasileiro pelo Atlético-PR, é a aposta do Tokyo Verdy.
Este ano o torneio será especial para a J.League, que mudou o formato e adotou o sistema de pontos corridos, em dois turnos. Quem fizer mais pontos, leva a taça. Para aumentar o número de participantes para 18, não houve rebaixamento em 2004. E dois subiram da Segunda Divisão.
As mudanças fazem parte do ''Plano dos 100 Anos'': os dirigentes nipônicos sonham em criar duas divisões fortes para sedimentar o esporte no país e ameaçar o lugar do beisebol no coração dos japoneses.

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