São Paulo - O São Caetano/Blausiegel (SP) faz campanha abaixo do esperado na Superliga Feminina de vôlei - ocupa apenas a quinta colocação na classificação geral e não chegou nem perto das finais dos dois primeiros turnos da competição. Além disso, já trocou de técnico, com a saída de Antonio Rizola e a efetivação do ex-auxiliar Jailson Silva.
Mesmo assim, as campeãs olímpicas Sheilla e Fofão não se arrependem de terem voltado ao País depois da conquista da medalha de ouro nos Jogos de Pequim. ''Eu estou muito feliz de ter voltado ao Brasil após os Jogos Olímpicos. Agora estou perto da minha casa e da minha família'', afirmou a oposto Sheilla, em entrevista ao site da Federação Internacional de Vôlei (FIVB).
A veterana levantadora Fofão, de 38 anos, que não pretende mais vestir a camisa da seleção, diz que estar em seu país faz com que ela se sinta melhor. ''Minha carreira agora depende de motivação, é isso que vai dizer por quanto tempo continuarei jogando. Voltei para São Caetano porque foi o lugar onde comecei. Além disso, aqui há um novo grupo, que me motiva e mantém meu desejo de continuar entrando em quadra'', assinalou.
Futuro
Quando parar de jogar, Fofão pretende continuar vivendo no Brasil e contribuir para a evolução do voleibol nacional. A intenção dela é ajudar no desenvolvimento de novas levantadoras.
''É uma posição que ainda falta no Brasil, a maioria das meninas quer atacar, mas elas precisam aprender a também gostar de levantar. No futuro terei tempo para desenvolver este projeto, pois sei que posso ser uma referência para as jovens jogadoras'', declarou.

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