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Londrina

Revelações

m de leitura Atualizado em 24/06/2022, 00:33

Campeãs no jiu-jitsu lutam também por patrocínios

Irmãs de Arapongas acumulam conquistas estaduais, nacionais e internacionais e sonham alto na modalidade

PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 24 de junho de 2022

Lucio Flávio Cruz - Grupo Folha
AUTOR autor do artigo

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As irmãs Ane Vitória e Maria Clara França despontam como grandes nomes do jiu-jitsu paranaense. Moradoras de Arapongas (Região Metropolitana de Londrina), estão há cinco anos no esporte e já acumulam mais de 40 medalhas cada uma em competições estaduais, nacionais e internacionais. 

Maria Clara e Ane Vitória: promessas do jiu-jitsu paranaense Maria Clara e Ane Vitória: promessas do jiu-jitsu paranaense
Maria Clara e Ane Vitória: promessas do jiu-jitsu paranaense |  Foto: Arquivo Pessoal
  

Aos 16 anos, Ane Vitória foi terceira colocada no Campeonato Brasileiro realizado recentemente e é tetracampeã paranaense. Acumula ainda medalhas de bronze em um Mundial, em dois Sul-Americanos e dois Brasileiros. "Estou satisfeita com meus resultados, mas com o objetivo de melhorar sempre. A minha meta é continuar evoluindo e ser campeã mundial", afirma a atleta da equipe Rilion Gracie Arapongas. 

As irmãs começaram no esporte em 2017 com o objetivo inicial de melhorar a saúde e a qualidade de vida. "Eu tinha um quadro de depressão e déficit de atenção e descobri que o jiu-jitsu poderia ajudar nos sintomas. Gostei logo de cara e me ajudou a ter concentração, confiança e disciplina. Melhorou meu desempenho em tudo e hoje não me vejo sem o jiu-jitsu", comenta Ane. 

Ane Vitória e Maria Clara com o professor Paulo Schauffle Ane Vitória e Maria Clara com o professor Paulo Schauffle
Ane Vitória e Maria Clara com o professor Paulo Schauffle |  Foto: Arquivo Pessoal
  

Apesar do apoio dos pais, Maria Clara, 14 anos, revela as dificuldades financeiras para a disputa de todas as competições. Sem apoio da iniciativa privada e também do poder público, as atletas precisam buscar alternativas para bancar os custos com as viagens. "Fazemos rifas, promoções e até bolo em sinal já vendemos. Mas nem sempre conseguimos estar em todos os eventos, principalmente em algumas viagens mais longas, e perdemos algumas boas oportunidades", frisa a tricampeã paranaense. 

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