Caminhão brasileiro lidera
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quarta-feira, 10 de janeiro de 2001
Agência Estado De El Ghallâouiya, Mauritânia 
A equipe formada pelo piloto brasileiro André Azevedo e os checos Tomas Tomecek e Javomir Martinec assumiu a liderança na categoria caminhões do Rali Paris-Dakar, ao ficar em segundo lugar na etapa de ontem, com largada e chegada a El Ghallâouiya, na Mauritânia. A vitória foi dos checos Karel Loprais, Josef Kalina e Petr Hamerla que, também com um caminhão Tatra, completaram os 518 quilômetros em 6h58.
Nos carros, a alemã Jutta Kleinschmidt (Mitsubishi), com o tempo de 5h22min42, foi a melhor da etapa, seguida pelo francês Jean-Louis Schlesser (Schlesser) e o japonês Hiroshi Masuoka (Mitsubishi). O líder da geral é o espanhol José María Sevia (Schlesser), que chegou em quarto.
Entre os carros brasileiros, a equipe mais bem colocada é a de Klever Kolberg e o francês Bruno Cartarelli (Mitsubishi). A dupla chegou em 14º na etapa e está em 13º na classificação geral da T2. Na categoria T3.2, Reinaldo Varella e Alberto Fadigatti (Troller) ficaram em 37º ontem e estão em 35º na soma das nove etapas. Cacá Clauset e Jorge Nieckele (Troller) terminaram na 51ª posição e estão em 72º na categoria.
Nas motos, a vitória do dia foi do espanhol Isidre Pujol (KTM), com o tempo de 5h22min33, seguido do italiano Giovani Sala (KTM) e do chileno Carlo de Gavardo (KTM). A liderança geral é do francês Richard Sainct (KTM), que chegou em nono lugar. Na categoria dos brasileiros, até 400cc, Jean Azevedo terminou em 45º na prova e está em 31º entre os competidores. Juca Bala completou o percurso na 44ª posição e ocupa a 34ª na classificação geral.
Acidente O português José Eduardo Ribeiro, que perdeu parte do pé esquerdo na explosão de uma mina na oitava etapa do rali, foi operado ontem nas Ilhas Canárias. O chefe do setor de traumatologia do Hospital de Las Palmas informou que o paciente, motorista de um carro de apoio, teve a parte posterior do pé refeita e, se não houver rejeição ou infecção, poderá andar sozinho, com restrições.
Hoje, o percurso será de 440 quilômetros, 435 de especiais, entre El Ghallâouiya e Atar, na Mauritânia.


