Camila Brait se esforça para ir a Londres
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sexta-feira, 11 de maio de 2012
Agência Estado 
São Carlos - O Brasil, que neste sábado encara a Venezuela na semifinal do Pré-Olímpico Sul-Americano Feminino de Vôlei, às 16 horas, é a única seleção do torneio com duas líberos inscritas entre as 12 jogadoras. Não é comum uma equipe abrir mão de uma atacante para colocar uma reserva na defesa. Mas o técnico José Roberto Guimarães começou a inovar na montagem da equipe e as duas especialistas brasileiras da posição sonham que o critério seja mantido para as próximas competições. Eu iria adorar se ele levasse duas líberos para a Olimpíada, afirmou Camila Brait.
Aos 23 anos, ela se destacou na Superliga e já faz sombra à veterana Fabi, nove anos mais velha e há dez na seleção. A Fabi sempre foi uma líbero sensacional. Ela é mais velha, experiente, campeã olímpica, mas não vou ficar acomodada por causa disso, contou Brait, que começou a atuar como levantadora. Gostava de tocar na bola com frequência, mas eu era ruim de toque. Também sempre gostei de atacar, mas não cresci muito. Queria ter pelo menos 1,86m, para ser ponteira, completou.
Já Fabi garante que seu ciclo na seleção brasileira está mais próximo do fim. Eu já estou aqui há muitos anos e passei por várias disputas de posição. O importante é que a seleção está em boas mãos.


