Cai padrão de qualidade do Fluminense
Rio de Janeiro - Antes do início do Brasileirão, vieram Romário e Beto. Criou-se, de imediato, a expectativa de que o Fluminense disputaria o título, frequentaria as primeiras colocações, como chegou a anunciar o próprio presidente David Fischel, no Salão Nobre das Laranjeiras.
Quatorze jogos depois, o time volta de Salvador em 17º lugar, após perder por 2 a 1 para o Vitória, no Barradão, e a atuação é festejada num discurso quase unânime. ''Renato está mostrando que tem condições de comandar o time. A exibição foi muito boa. Só faltou ganhar. Com Renato, o time cresceu'', afirmou Fischel. ''Foi uma atuação boa. O time correu, marcou e criou'', disse o técnico.
A expectativa de atrair receitas com as contratações se frustrou com a má campanha. Mudou até o planejamento. Agora, o Maracanã pode ser descartado. Com públicos pequenos e buscando um pouco de pressão sobre os adversários para ajudar o time, a diretoria pensa em mandar jogos no Caio Martins, em Niterói. ''Lá o Fluminense nunca perde. É um tabu'', afirmou o vice-presidente de futebol, Marcelo Penha.





