Taffarel - Demonstrou segurança nas bolas altas e nos chutes de fora da área dos escoceses. Pulou no canto certo no pênalti cobrado por John Collins, mas ficou a um palmo da bola. Só falhou ao complicar a devolução de uma bola recuada na frente de um escocês: 7.
Cafu - Um dos melhores da seleção. Marcou bem, atacou com determinação e demonstrou entusiasmo ao gritar com seus companheiros pedindo a bola. Foi decisivo no segundo gol do Brasil, marcado por Boyd, contra. Dedicou a boa atuação aos que acreditaram em seu futebol depois da péssima atuação no amistoso contra a Argentina: 8
Aldair - Foi batido em duas jogadas de velocidade. A sua lentidão é um problema sério para a defesa brasileira, que precisa ter sempre um homem na sobra, para evitar surpresas. 4
Júnior Baiano - Firme nas bolas altas. Não perdeu nenhuma jogada aérea e demonstrou capacidade de improvisação ao afastar um cruzamento de calcanhar. Deu uma cotovelada no atacante Darren Jackson e foi advertido pelo técnico Zagallo: 8
Roberto Carlos - O segundo melhor jogador do mundo jogou bem menos do que o criticado Cafu. Cruzou bolas erradas, explorou raras vezes a linha de fundo e quase não acionou o seu chute forte. Na melhor jogada, forçou o goleiro Leighton a fazer grande defesa numa bomba que mandou da esquerda: 4
Dunga - A Seleção é outra com ele. Distribuiu bem a bola, fez bons lançamentos e orientou o time em campo, exercendo toda a sua liderança. Cansou no segundo tempo, mas sem comprometer seu desempenho: 8
César Sampaio - Marcou o primeiro gol do Brasil, mas cometeu um pênalti infantil em Kevin Gallacher, empurrando-o dentro da área. Acabou o jogo com saldo positivo, pela movimentação, marcação forte e por ter marcado um gol: 8
Giovanni - Zagallo estava coberto de razão ao trocar Giovanni por Leonardo no intervalo do jogo. E definiu bem a atuação do meia do Barcelona ao afirmar que ele estava apático em campo. Giovanni errou muitos passes, escondeu-se no jogo e procurou ser apenas burocrático: 3
Rivaldo - Procurou o jogo, arriscou bons chutes a gol e movimentou-se bem. Para um jogador que saiu arrasado da última Olimpíada, responsabilizado pela derrota do Brasil para a Nigéria, Rivaldo mostrou que superou o estigma de Atlanta: 8
Bebeto - ‘‘Movimenta-se bem’’, é o único elogio que se ouve sobre Bebeto. O atacante recebeu e passou a bola sem tentar jogadas individuais e chegou atrasado em vários lances: 4
Ronaldinho - Continua brigado com o gol, mas mesmo assim proporcionou lances de rara beleza aos espectadores que lotaram o Estádio da França. Procurou buscar o jogo, para atrair a marcação adversária e abrir espaço na defesa da Escócia. Apesar de tudo, precisa marcar gols: 7
Leonardo - Entrou no lugar de Giovanni e não fez nada de produtivo. Só teve uma diferença: vibrou com o jogo e pode ganhar a posição: 5
Denílson - Com a sua entrada, no lugar de Bebeto, a seleção ganhou um driblador audacioso e jogadas pela ponta-esquerda. Além disso, ajudou a fortalecer a marcação no meio-de-campo, criando uma agradável dor de cabeça para Zagallo: 8

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