Café é palco de futebol solidário
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terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Lucio Flávio Cruz<br>Reportagem Local 

Na onda dos jogos beneficentes que se multiplicam no final de ano, chegou a vez de Londrina sediar uma partida solidária. O Estádio do Café será o palco na noite de quinta-feira (22) e vai receber vários craques do nosso futebol, além de muita música. A arrecadação da bilheteria será revertida para as famílias das vítimas da tragédia com o avião da Chapecoense.
A organização confirmou as presenças de nomes como Rafinha (Bayern de Munique), Jádson (Tianjin Quanjian, da China), Guiliano (Zenit, da Rússia) e dos campeões brasileiros com o Palmeiras, o zagueiro Vítor Hugo e o atacante Róger Guedes. Participam ainda o volante e capitão do Londrina, Germano, o goleiro Marcelo Rangel (ex-LEC), o volante Deivid e o meia Vinícius, ambos do Atlético Paranaense, o centroavante Gustavo (Corinthians) e o lateral-esquerdo londrinense Abner (Real Madrid B).
A programação começa às 19h, com a realização de diversos shows como Inimigos da HP, Mariana e Mateus, Bruno e Barreto e outras bandas locais e regionais. O jogo está marcado para começar às 21h45 e os portões do estádio estarão abertos a partir das 18h30. Haverá ainda sorteio de brindes. Os ingressos vão custar R$ 10, além de um quilo de alimento. Os produtos arrecadados serão distribuídos para entidades assistenciais de Londrina.
RAFINHA
O londrinense Rafinha acaba de prorrogar seu vínculo com o Bayern de Munique até o meio de 2018. A renovação contratual foi anunciada na última sexta-feira (16). Ele está desde 2011 no clube bávaro. Em conversa com a FOLHA, o lateral-direito se mostrou muito feliz com o novo contrato. "Estou feliz demais. Já são seis anos aqui, 16 títulos conquistados, inclusive uma Liga dos Campeões, e fico muito feliz em poder marcar história em um clube da grandeza do Bayern de Munique e ter o trabalho reconhecido", apontou o londrinense. "Tenho 31 anos, jogando em alto nível e nunca me machuquei. O Bayern é uma família pra mim e estou muito feliz mesmo", acrescentou. (Colaborou Thiago Mossini/Grupo Folha)


