CABEÇA NO BI!
VISÃO DE JOGO
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
ROBERTO ASSAF<br>[email protected] 

A presença da torcida mais de 37 mil presentes -, o maior volume de jogo e a luta intensa para obter os três pontos foram fundamentais para o Fluminense - que necessitava efetivamente do resultado - vencer o São Paulo por 2 a 1 no Maracanã. O placar fez justiça a quem procurou de fato pela vitória, levando-se em conta que a equipe do Morumbi, com a cabeça no bi da Sul-Americana, entrou com uma formação praticamente reserva.
Houve equilíbrio até o São Paulo abrir o placar, aos 17 minutos, com Welliton, completando passe de calcanhar de João Schmidt. Daí em diante, dadas as circunstâncias, o Fluminense passou a jogar mais objetivamente, tanto que empatou aos 24. Samuel chutou de longe, Denis tentou encaixar, a bola escorregadia fugiu, bateu na trave e Jean, que acompanhava o lance, concluiu de cabeça. O time carioca continuou mais presente. Aos 34, Fabrício cometeu pênalti, ao desviar com a mão bola que chegaria a Wágner. Mas o árbitro ignorou.
O São Paulo retornou com Caramelo substituindo Lucas Silva, que vinha mal, mas o Fluminense passou a concentrar seu jogo ofensivo por aquele setor, enquanto o adversário assumia postura efetivamente defensiva, apostando nos contra-ataques.
Os treinadores começaram a promover as trocas. O panorama, no entanto, não mudou. A equipe do Rio pressionava, sem conseguir porém superar a zaga paulista. Numa das raras vezes que chegou na frente, Welliton sofreu pênalti de Digão, que o juiz também não marcou. Aos 35, Denis praticou ótima defesa na cobrança de falta de Rafael Sobis - a bola ainda bateu na trave esquerda.
Aos 43, quando o empate já parecia irreversível, Gum escorou de cabe ça escanteio à esquerda de Denis. Era o gol da virada, que deixa o Fluminense próximo de pôr fim ao drama que ainda o ameaça.









