Rio - Com o tro­féu de cam­peão em ­mãos e com as me­da­lhas de ou­ro no pei­to, os jo­ga­do­res do Bra­sil ain­da as­sis­ti­ram à co­roa­ção de ­dois íco­nes do tri­cam­peo­na­to da Co­pa dos Cam­peões. Bru­no e Ser­gi­nho fo­ram elei­tos os me­lho­res em ­suas po­si­ções e não es­con­de­ram a ale­gria com a con­quis­ta pes­soal.
  Pe­la pri­mei­ra vez elei­to o me­lhor le­van­ta­dor de uma com­pe­ti­ção in­ter­na­cio­nal, o jo­vem ta­len­to bra­si­lei­ro, que acu­mu­la qua­tro tí­tu­los in­di­vi­duais na Su­per­li­ga, res­sal­tou o ­apoio re­ce­bi­do pe­los com­pa­nhei­ros.
  ‘‘Eu de­di­co es­se ti­tu­lo in­di­vi­dual aos ­meus com­pa­nhei­ros. ­Eles me aju­da­ram sem­pre. Sem ­meus com­pa­nhei­ros eu não te­ria con­quis­ta­do na­da. É a pri­mei­ra vez que ga­nho um prê­mio in­di­vi­dual nu­ma com­pe­ti­ção in­ter­na­cio­nal e es­tou mui­to ­feliz’’, afir­ma Bru­no, lem­bran­do de sua fa­mí­lia.
  ‘‘É gra­ti­fi­can­te ver que o gru­po es­tá con­fian­do ne­le ca­da dia ­mais. E is­so não se con­quis­ta de uma ho­ra pa­ra a ou­tra. A ta­re­fa do Bru­no é com­pli­ca­da. Subs­ti­tuir o Mau­rí­cio e o Ri­car­di­nho não é pa­ra qual­quer um. Fi­co fe­liz com es­sa pre­mia­ção de­le. Até ter­mi­nar o jo­go, eu sou o trei­na­dor, mas quan­do ter­mi­na vem o or­gu­lho de ­pai’’, re­ve­la Ber­nar­di­nho.
  Elei­to o me­lhor jo­ga­dor da Li­ga Mun­dial 2009, Ser­gi­nho fa­tu­rou ou­tra pre­mia­ção, mas man­te­ve o es­ti­lo hu­mil­de e brin­ca­lhão de sem­pre. ‘‘Sin­ce­ra­men­te eu não es­pe­ra­va o prê­mio. ­Aliás, eu nun­ca es­pe­ro. Mas já que ­veio, não é, vou co­me­mo­rar tam­bém. Es­sa con­quis­ta com­ple­ta a ­festa’’.
  O gran­de pre­mia­do da Co­pa dos Cam­peões foi o ­meio-de-re­de e ca­pi­tão de Cu­ba, Si­món. Ele le­vou o tí­tu­lo de me­lhor jo­ga­dor, me­lhor blo­queio e me­lhor sa­que. ­Além de­le, ­dois ja­po­ne­ses tam­bém fo­ram con­tem­pla­dos: o pon­tei­ro Shi­mi­zu foi o ­maior pon­tua­dor da com­pe­ti­ção e o ou­tro pon­tei­ro, Fu­ku­za­wa, o me­lhor ata­can­te. (Das agên­cias)

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