A questão salarial continua sendo uma pedra no caminho da diretoria do Remo. Os atletas aguardam a regularização de, no mínimo, um dos meses em atraso. O problema é que não existem recursos financeiros para efetivar o pagamento da folha. A cota do jogo com a Tuna - pouco mais de R$ 2 mil - mal deu para quitar a dívida que o Remo tinha com a empresa fornecedora de alimentos para a Toca do Leão. O conselheiro João Costa desentendeu-se com o presidente Roberto Porto, acusando-o de atrapalhar o departamento de futebol e de não repassar as cotas pagas pelos patrocinadores.
Enquanto isso, a derrota no amistoso com a Tuna, na última quarta-feira, desarrumou o plano tático do técnico João Francisco para o jogo contra o Londrina. O treinador já admite abrir mão do sistema 3-5-2 para usar o 4-4-2.
A mudança tática da equipe remista pode ser efetivada hoje, quando o treinador do Leão ministrará o coletivo-apronto.
João Francisco antecipou que, se o esquema for o 4-4-2, Flávio Goiano entrará no meio. Saíria Rony, que, na opinião do técnico, não foi bem diante da Tuna. A equipe teria Chico; Ednilson, Vitor Hugo, Augusto e Anderson; Leandro, Rogerinho, Flávio Goiano e Tarcísio; Balão e Ageu.

mockup