DivulgaçãoTítulo é nossoO londrinense Giba é campeão no Japão, com a seleção brasileira de voleibol, que surpreendeuDepois de quatro anos, a seleção brasileira masculina de vôlei voltou a subir no degrau mais alto do pódio de um torneio de alto nível internacional. O renovado time orientado pelo técnico Radamés Lattari Filho derrotou ontem de madrugada o Japão por 3 a 0, com parciais de 15/5, 15/11 e 19/17, em 1h29 de partida, no Ginásio Yoyogi National, em Tóquio, e conquistou invicto o inédito título da Copa dos Grandes Campeões. A última grande vitória da equipe havia sido a Liga Mundial de 1993.
Sem Maurício, Carlão, Marcelo Negrão (pediram dispensa), Tande, Giovane (trocaram a quadra pela praia) e Max (contundido), o Brasil obteve uma campanha brilhante no torneio. A equipe derrotou Cuba (3 a 1), Austrália (3 a 0), China (3 a 0) e Holanda (3 a 2), além do Japão (3 a 0), perdendo apenas 3 sets em 5 partidas. O time-base brasileiro contou com Leandro, Giba, Gustavo, Douglas, Joel e Nalbert, o grande destaque da competição. Manius exerceu a função de líbero (o atleta que dá volume de jogo, atuando no passe e na defesa). A delegação retorna amanhã.
MelhorO atacante Nalbert alcançou a maturidade na Copa dos Grandes Campeões de Vôlei. Aos 23 anos, o atleta da Olympikus, de 1,95 metro, viajou para o Japão com a responsabilidade de ser o novo capitão da seleção. Encarou o desafio e saiu consagrado do torneio. Foi o maior pontuador da competição, com 55 pontos marcados em 5 jogos, a melhor recepção e acabou eleito o melhor jogador da Copa, ganhando US$ 40 mil como prêmio.
BronzeCom a medalha de bronze e um prêmio de US$ 100 mil conquistados na Copa dos Grandes Campeões, a seleção feminina de vôlei retorna hoje ao Brasil. A delegação tem desembarque previsto para as 11h15, no Aeroporto de Cumbica. A meio-de-rede Ida, titular no Japão, despediu-se oficialmente da seleção. Ela garante que não voltará mais a defender o Brasil.
Aos 32 anos, a jogadora atuou pela seleção por mais de 300 vezes e está cansada da rotina de concentração, de viagens e de jogos. ‘‘Já havia abandonado a seleção na Olimpíada de Atlanta, no ano passado, e só aceitei o convite para voltar agora porque não houve treinamento da equipe’’, lembra.

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