Brasileiros lutam para permanecer na elite do esporte
Rio, 09 (AE) - Serão realizadas amanhã, na Barra da Tijuca, as finais da segunda etapa brasileira do Circuito da WQS (divisão de acesso para o WCT, primeira divisão do surfe mundial). Sete brasileiros lutam por pontos para permanecer entre os 15 melhores surfistas da entidade, o que lhes daria o direito a uma das 42 vagas disponíveis no WCT do ano 2000. Além disso, os surfistas fazem uma disputa particular em busca de dólares.
O campeão brasileiro, Fábio Gouveia, que atualmente ocupa a primeira posição no ranking da WQS com 8.655 pontos e a 29.ª posição do WCT, este ano já conquistou US$ 46.400 em prêmios. Em todas as participações da WQS, o surfista já garantiu US$ 442.553 em sua conta bancária. Na WQS, o brasileiro só não supera as premiações dos norte-americanos Tom Curren, que já recebeu US$ 490.505, e Rob Machado, ganhador de US$ 443.585. O australiano Mark Occhiluppo, melhor surfista do mundo da atualidade, apesar de ter ficado dois anos fora do circuito, já recebeu US$ 457 mil no WCT.
Armando Daltro, 21.º do mundo no WCT e segundo colocado na WQS
este ano, ganhou US$ 22.400. Em toda a carreira, o surfista arrematou US$ 151.110. Flávio Padaratz, quinto colocado na divisão de acesso, já recebeu US$ 317.475.
Peterson Rosa, sexto do mundo no da WQS e 31.º no WCT, já faturou US$ 316 mil. Rodrigo Dorneles, 7.º do ranking da WQS, conquistou este ano US$ 15.800. Renan Rocha, décimo do ranking, em 1999, já garantiu em sua conta US$ 33.500. O também 10.º colocado do ranking da WQS, Victor Ribas, 11.º do WCT, é dono de uma fortuna de US$ 325.760. Este ano, ele já faturou US$ 45 mil dólares nas duas entidades. O campeão carioca, que luta por uma vaga no WCT do ano que vem, em 1999, já ganhou US$ 15.700.





